segunda-feira, 2 de junho de 2008

A valorização da idéia, não do formato


Passeando pelo excelente blog da Geo, o Ajeite ai, vi esse texto do Washington Olivetto, no site Casa do Galo que fala de uma coisa que vem me incomodando muito a tempos e está bem em voga hoje em dia, quando se discute cada vez mais o papel das agências de propaganda no mundo e o impacto das novas mídias no comportamento dos consumidores que estão assumindo cada vez mais o papel de protagonistas das ações de comunicação e não apenas meros receptores de mensagens. No seu texto, Olivetto fala da valorização da idéia. Parece até absurdo ele falar disso, visto que a diretriz máxima de uma agência de propaganda deve ser a geração de idéias. Mas tem muita gente que acha que isso não está acontecendo como devia. Talvez seja um reflexo dessa discussão sobre remuneração das agências, sobre o fim das comissões e o ascensão do fee como forma de pagamento. Olivetto pondera que tem pouca gente pensando na velha e combalida IDÉIA, no conteúdo, no conceito, e é nisso que se fixa o texto do mestre.
Eu já havia postado antes um texto sobre isso mas volto a repetir. Acho que é chegada a hora da gente, comunicadores que somos, vendermos e cobrarmos pelas idéias que temos e não pelo formato que usamos. Acho que a propaganda no geral só tende a evoluir. Bem melhor que defender velhos formatos que, há cada dia que passa, só estão servindo como bote salva-vidas para muita gente. Bote esses que possui um furo no fundo e que está começando a se encher d'água.
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