quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Chef


O que deve ter de crítico de cinema que dever ter usado a expressão "delicioso" para descrever esse filme de Jon Favreau dava pra encher um Maracanã. Mas é a frase feita que vem logo a sua mente nos primeiros minutos desse filme. Favreau tanto dirige como estréia como chefe de cozinha que perde o emprego depois de uma briga com um famoso crítico gastronômico da cidade de Los Angeles. Existe uma mistura de gêneros por aqui. Uma quase comédia,  um quase drama, um road movie. Não que isso tenha gosto ruim, mas são temperos que só melhoram o sabor.
E os ingredientes são os melhores possiveis. Temos Sofía Vergara (cada vez mais bonita), John Leguizamo (sempre ótimo), Scarlett Johansson (aqui só de passagem), Dustin Hoffman (também só de passagem), Robert Downey, Jr.(novamente reprisanndo o papel dele mesmo) e Oliver Platt. Confesso que não faço a mínima idéia de como Favreau conseguiu reunir um elenco tão estelar desses. Segredos do chef, me atrevo a dizer. 
E a comida. Ah, a comida. Ela sim é a grande estrela desse filme.  São tantos pratos, tanta coisa bonita que a outra expressão "água na boca) cabe nesse texto. 
Enfim, vou parar de usar do truque da galáxia semântica por aqui. Se você quer um filme bacana, que te deixe leve e morto de fome, Chef é a escolha da casa.
Nota 8.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Leituras do dia: Black Mirror e o clima de raiva no Facebook das eleições


Gustavo Mini, do ultraesperto blog "Conector" (um dos muitos blogs, ao lado da minha leitura diária Trabalho Sujo, a fazer parte do coletivo O Esquema) faz um paralelo interessante entre a série Black Mirror (se você não assistiu ainda, saia já daqui!) e o clima eleitoral exacerbado nas redes sociais. Vale a leitura e a reflexão. Link.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Leituras do dia: como a escritora best seller Karen Traviss decidiu optar pela auto publicação de seus livros

Como usuário ferrenho de ebooks, tenho acompanhado os movimentos do mercado e as reações de escritores, autores e livrarias frente a essa nova realidade. No site iO9 achei esse depoimento da autora americana Karen Traviss sobre a decisão dela de publicar sua nova série, "Going Grey", de forma totalmente independente, utilizando as plataformas de auto publicação, tipo da Amazon. Eis um trecho:
"But mention indie publishing – direct publishing, self publishing, call it what you will and you'll still trigger knee-jerk frothing among writers in opposing camps. Some of that is fuelled by partisan reactions to Amazon, the main driver of the rapid growth of the independent sector. One camp claims Amazon is the evil empire that destroyed bookstores, and all the indies it's spawned are people who can't get published any other way: the other camp says Amazon has dismantled the Berlin Wall of giant publishers and retailers – "Big Publishing" – to give more freedom to more writers."
Se você está pensando em escrever uma história e está preocupado em passar anos esperando uma resposta positiva de um editor, esse artigo pode lhe interessar.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Numa folha qualquer eu desenho...

Aquarela é uma das coisas mais incríveis que eu conheço. Esse video da Quanta Academia de Artes, com a artista Julia Bax é um bom exemplo disso.

Fica a dica

“Co-creation is the difference between people creating a great idea for you and people working with you to make a good idea great.” 
John Williams, da WikiSolutions.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

P J Pereira dá o recado sobre os novos caminhos da propaganda e de como o consumidor não suporta mais a velha propaganda que ainda é feita no Brasil

Perry Rhodan, a mais longa série literária de ficção científica de todos os tempos


Pode ser que muitos de vocês não saibam ou nunca tenham ouvido falar da mais longeva série de ficção científica literária do mundo. Estou falando de Perry Rhodan, uma criação alemã que é publicada em formato de novelas semanais desde os anos 60!
A série é uma extrapolação da história futura da humanidade e parte da premissa de uma missão de conquista da Lua (anos antes da Apolo 11) que se torna o primeiro contato com seres extraterrestres. Perry Rhodan aproveita do poderio superior da raça alienígena e promove uma nova nação bem no meio da Guerra Fria. Assim, ele evita que a humanidade se destrua e ainda trabalha para que os seres humanos vivam em harmonia e procurem explorar o cosmo, ao lado de várias raças.
Rhodan é um libertário, alguém que busca a liberdade individual e promove o engenho humano de todas as formas, enfrentando todo tipo de inimigos espaciais que você poderia imaginar e ganhando aliados inusitados, até mesmo um certo castor mutante bem parecido com um famoso personagem da Marvel...
Essa imensa história da humanidade é descrita nos mais de 2000 volumes (!) já publicados, divididos em ciclos, com cerca de 50 a 100 livros cada. Uma verdadeira odisséia do espaço.
No Brasil, ela é publicada pela editora SSPG que, depois de um intervalo, volta a publicar a série agora no formato digital.
Eu estou lendo o ciclo do "O Concílio" e terminei de ler o segundo volume do arco (que corresponde ao número 651: "Os Rebeldes de Hetossa".
Cada livro pode ser lido separadamente mas o bacana é você ler em série, porque cada aventura puxa a outra. Nesse arco, Perry Rhodan enfrente a maior ameaça da humanidade e de toda a Via Lactea: uma coalizão de sete (!) galaxias pretende anexar a nossa de qualquer maneira, dispondo de muito mais poderio bélico e tecnológico.
Apesar desse segundo número se perder um pouco na tentativa de dar mais peso as dezenas de personagens secundários, o plot principal é empolgante e nos deixa tensos esperando o próximo.
Se eu consegui instigar só um pouquinho a curiosidade de vocês, ainda dá tempo de acompanhar.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...