Mais uma produção desse que vos fala. Fui na Expo Geek, encontro que celebra a cultura pop em todas as suas manifestações. Em meio a nerds, curiosos e artistas do traço, saquei minha filmadora e fiz esse pequeno registro. Espero que gostem.
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sábado, 19 de setembro de 2015
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Chef
O que deve ter de crítico de cinema que dever ter usado a expressão "delicioso" para descrever esse filme de Jon Favreau dava pra encher um Maracanã. Mas é a frase feita que vem logo a sua mente nos primeiros minutos desse filme. Favreau tanto dirige como estréia como chefe de cozinha que perde o emprego depois de uma briga com um famoso crítico gastronômico da cidade de Los Angeles. Existe uma mistura de gêneros por aqui. Uma quase comédia, um quase drama, um road movie. Não que isso tenha gosto ruim, mas são temperos que só melhoram o sabor.
E os ingredientes são os melhores possiveis. Temos Sofía Vergara (cada vez mais bonita), John Leguizamo (sempre ótimo), Scarlett Johansson (aqui só de passagem), Dustin Hoffman (também só de passagem), Robert Downey, Jr.(novamente reprisanndo o papel dele mesmo) e Oliver Platt. Confesso que não faço a mínima idéia de como Favreau conseguiu reunir um elenco tão estelar desses. Segredos do chef, me atrevo a dizer.
E a comida. Ah, a comida. Ela sim é a grande estrela desse filme. São tantos pratos, tanta coisa bonita que a outra expressão "água na boca) cabe nesse texto.
Enfim, vou parar de usar do truque da galáxia semântica por aqui. Se você quer um filme bacana, que te deixe leve e morto de fome, Chef é a escolha da casa.
Nota 8.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Halder Gomes at TEDx Fortaleza
Palestra de Halder Gomes, diretor de Cine Holliudy, no TEDx Fortaleza que aconteceu esse ano:
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Video: Kubrick "One-Point Perspective"
Video bacana que mostra que Stanley Kubrick gostava usar perspectiva com ponto de fuga em seus filmes. Montagem bacanérrima de Kogonada.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Os melhores posters de filmes do mundo
Tem muito mais aqui. Mas segue uma pequena coletencia de posters de filmes pelo mundo. Uma arte sintetica que e sempre gratificante de se ver.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Releitura de cartazes de filmes no Cinema Overdrive
Na cidade de Raleigh, na Carolina do Norte, EUA, mensalmente acontece um evento chamado Cinema Overdrive, que trás ao público filmes que exploram o lado exploitation, violência e quebra de regras dos bons costumes. Algo assim bem transgressor mesmo. Alguns artistas locais foram convidados a fazerem uma releitura dos posters desses filmes em exibição. O resultado vocês conferem aqui.
Isso só faz eu lamentar que algo assim não exista mais no Ceará. Antigamente existia o Filmes Malditos da Meia-noite, que ia na mesma levada. Não existe mais. Pena. Seria legal se tivesse continuado e que iniciativas como a dos organizadores do Cinema Overdrive, e de muitos outros locais, se repetisse por aqui. Quem sabe um dia...
Via Comics Alliance.
Isso só faz eu lamentar que algo assim não exista mais no Ceará. Antigamente existia o Filmes Malditos da Meia-noite, que ia na mesma levada. Não existe mais. Pena. Seria legal se tivesse continuado e que iniciativas como a dos organizadores do Cinema Overdrive, e de muitos outros locais, se repetisse por aqui. Quem sabe um dia...
Via Comics Alliance.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Vingança. O filme e uma reflexão sobre o cinema nacional

Ontem, domingo, fui na casa do meu amigo Helder Maia para assistir ao filme Rockinrolla, do Guy Ritchie. Antes da gente começar a ver o longa, ele me mostrou o blog da Pax Filmes, uma produtora independente brasileira que quer formar público fazendo filmes com orçamentos enxutos, bem-feitos tecnicamente e viáveis comercialmente. Um projeto ousado em meio a tantas politicagens de alguns diretores e produtores que conhecem o grande esquema da captação de verbas do cinema nacional e vivem disso, fazendo seu pé-de-meia produzindo filmes meia-boca e botando a culpa no público - sempre ele - que prefere as produções gringas. O problema mesmo é cultural. Poucas redes de distribuição apostam em cinema nacional sendo obrigadas, por lei, a exibirem uma cota mínima de filmes brasileiros. Fazer filmes é caro. Mas com talento e boa vontade é possível produzir cinema de qualidade. A tecnologia ajudou muito nesse sentido. A aparelhagem digital, por exemplo, está chegando a um patamar nunca antes visto e hoje em dia, com muito menos dinheiro que seria necessário para fazer um filme pelo método convencional, ou seja, filmando em película, revelando etc, é possível produzir tudo digitalmente e editar digitalmente, fazendo intervenções na pós-produção que nunca antes foram pensadas (vejam o exemplo desta incrível câmera). Os softwares são os mesmos. Os computadores são os mesmos de lá e de cá.
Então, por que isso não muda?
No blog da Pax Filmes, Paulo Pons reflete sobre o assunto neste post:
"Fazer um filme não é mais privilégio de projetos milionários. Levá-lo ao seu público ainda é. O Brasil hoje se orgulha da façanha de ter retomado a produção do seu cinema, mas não sabe o que fazer com seus filmes. Em termos de tecnologia, aprendemos com os americanos. Em termos de consumo interno dos nossos próprios filmes, parecemos um país de fundo de quintal. O que ainda não se decidiu é o que se quer para o nosso cinema, nem se esse “cinema retomado” quer dizer apenas filmes produzidos, já que em mercados mais organizados cinema quer dizer filmes realizados e distribuídos e exibidos. Antes de se estabelecer qualquer indústria, sabe-se que é imprescindível garantir sua infra-estrutura (no caso do cinema, salas de exibição) e mercado consumidor. Não temos nada disso, de modo que não dá pra se dizer que existe no Brasil um cinema nacional se apenas os produtores, pré-remunerados por seus filmes de milhões financiados a fundo perdido, recebem os privilégios do seu mercado, enquanto a outra ponta, o público – que num país de incentivos fiscais é quem paga a conta – não vê o resultado do seu próprio mecenato. Eu mesmo sou um produtor e sei que se não mudarmos com urgência esse panorama de esbanjamento de recursos e fracassos de resultados, em muito pouco tempo não nos restará cinema nacional para fazer ou exibir. Para que cheguemos a este fim trágico, basta que na renovação dos mecanismos de isenção da Lei do Audiovisual, programada para 2010, alguém veja em tudo isso uma farsa, e o processo não seja renovado. Ou que, em caso de manutenção dos mecanismos, as alterações urgentes e necessárias não sejam feitas, e tudo continue deste mal para pior."
Mais além, ele reflete sobre o fracasso comercial do filme Vingança e da falta de salas de cinema no Brasil que invistam em formação de público:
"Um dos nove cinemas onde estreamos e nos quais não sobrevivemos à primeira semana foi o Ponto Cine, em Guadalupe, subúrbio do Rio. O Ponto Cine é mais que um cinema, é um projeto incrível de formação de público para filmes brasileiros. Lá se projetam exclusivamente longas-metragens nacionais ao preço de R$ 6 reais a inteira e R$ 3 a meia. No último sábado estivemos em Guadalupe e conversamos com uma platéia lotada após a sessão das 10h da manhã. Vingança foi muito bem no Ponto Cine, mas o cinema de sala única tem um festival programado para a próxima semana. Ao deixarmos Guadalupe, depois de um maravilhoso debate com o público e uma conversa muito interessante com o Adaílton Medeiros, fundador do projeto, perguntávamos a nós mesmos por que não existem no Brasil outros 20, 50, 100 cinemas como o Ponto Cine, cobrando ingressos por aqueles valores e localizados em regiões como aquela (subúrbios de metrópoles ou cidades de pequeno e médio porte, hoje sem salas de exibição). Esta é a mais evidente e rápida solução para todos os problemas do cinema brasileiro. Uma sala como a do Ponto Cine pode ser construída ao custo de, no limite máximo, R$ 500 mil. Foram realizados mais de 80 longas-metragens brasileiros este ano, ao custo médio de, como já foi dito, R$ 2,5 milhões. O suficiente para se construir cinco pontocines. Dez filmes brasileiros médios, igual a 50 salas de cinema para filmes brasileiros. Não é demais sonhar sobre números tão realistas."
Ao mesmo tempo que vem essas perguntas, uma principal ainda surge. De quem deveria ser a responsabilidade? Do governo ou da iniciativa privada? Será que a culpa é realmente nossa, o público, que não aposta no cinema nacional? Ou será que a má fama dos filmes do passado, todas justas à luz das maracutaias dos realizadores do passado ainda vai perdurar por muito tempo? Pelo visto, esse filme ainda está longe de encontrar um final.
domingo, 11 de novembro de 2007
SICKO, o novo filme de Michael Moore
Já está rolando na net um cópia do filme Sicko, o novo documentário do Michael Moore. O polêmico cineasta, temendo que o Governo dos EUA confiscassem o filme por conter 15 minutos de cenas filmadas em Cuba, onde Michael, junto com três pessoas que foram voluntárias no 11 de Setembro e que tiveram problemas de saúde decorrentes da insalubridade do local, tiveram seu direito a cuidados médicos negados, colocou um negativo do filme no Canadá. Existe uma proibição oficial que impede que americanos visitem Cuba. Ah, esses tempos de Guerra Fria que não acabam mais…Mas o filme é acidamente crítico. Desce como aquela colherada de remédio amargo pela garganta e faz a gente pensar no nosso próprio sistema de saúde. Nesse comércio todo que se tornou cuidar de pessoas. Pagar para ter um plano de saúde onde nossos impostos já são suficientes para cobrir essas despesas.
Comprimido indigesto, as mazelas que os americanos são obrigados a passar por não terem dinheiro suficiente para pagar pelos tratamentos deixam qualquer um revoltado. A cena de uma velhinha deixada de taxi na porta de um hospital de caridade, com a corrida paga pelo plano de saúde que negou em assistí-la, é comovente.
Michael Moore definiu seu documentário como uma comédia sobre as quase 45 milhões de pessoas sem sistema de saúde no país mais rico do mundo.” Seria uma piada se não fosse verdade. Você ri do absurdo mas sente, ao mesmo tempo os sintomas de uma revolta que cresce dentro de você. Por quanto tempo vamos aguentar essa doença?
É claro que, conhecendo Michael Moore, você tem que tomar cuidado. Conhecido por manipular dados, imagens, o documentarista não deve ser visto sem uma dose de ceticismo.
Nos EUA saiu um documentário intitulado Fabricando Polêmica (Manufacturing Dissent).
Realizado por ex-admiradores do diretor, Rick Caine e Debbie Melnyk, que após uma pesquisa questionam diante das câmeras a franqueza dos métodos utilizados por Moore para armar suas denúncias, carregadas de exageros em alguns fatos e o uso de algumas gravações fora de contexto, ferindo o princípio básico dos documentários.
Tem isso sim no filme. Tem câmera que se aproxima das testemunhas quando elas começam a chorar, tem maniqueísmo, tem comédia, tem manipulação de imagens dentro de contextos estabelecidos. Mas tirando tudo isso, em essência, a mensagem é clara. O sistema de saúde americana está doente. E, como se fosse uma espécie de contágio, constatamos que o nosso sistema está muito, muito pior.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Blog do capitão Nascimento
Essa dica é do meu amigo e colaborador esporádico Davi. Aproveitando o hype do filme Tropa de Elite, está no ar o blog de ninguém menos que o capitão do BOPE, o sr. Nascimento. Ou Naixcimento como ele próprio faz questão de enfatizar. Cliquem para conhecer o cidadão.
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